• Seg – Sex: 8:00 – 18:00
  • (61) 3553-8583
  • comercial@poliservconstrucoes.com.br
  • Blog

    Construir Casa Barata

    Construir uma casa a partir do zero pode ser uma das experiências mais gratificantes para uma família. Viver em uma nova casa, que nunca foi ocupada por outro morador, dá uma sensação como nenhuma outra. Mas os tempos estão difíceis, e construir uma casa pode sair caro. Use as dicas deste artigo para economizar dinheiro, tanto quanto possível, durante a construção da casa dos seus sonhos.

    Invista no planejamento

    Não economize tempo na hora de planejar a casa de seus sonhos. Gaste muito tempo rodando a cidade e vendo designs que você gosta, pesquise na internet por materiais e coisas que você quer ter em sua casa e muito mais. Além do mais, depois que você começa a construção, mudar coisas no projeto só porque você viu algo legal para colocar na sua casa pode acabar saindo muito caro.

    A barganha do tijolo

    Quando se trata de materiais de construção popular, poucas coisas podem corresponder a força, elegância e resistência do tijolo. Mas tijolo também é um dos materiais mais caros, é por isso que muitas pessoas optam por ir com algo um pouco menos caro, como a madeira, em casas mais modernas. No entanto, como tijolo é raramente usado para a integridade estrutural, você pode fugir usando o que é chamado tijolo fino, que é apenas 1/3 da profundidade de um tijolo regular e custa muito menos. Usando tijolo fino como uma fachada dá a sua casa toda a aparência exterior e a beleza de habitação sem o custo exorbitante. Além disso, há tijolos no mercado feito com materiais recicláveis e sustentáveis que podem reduzir ainda mais os custos. Basta pesquisar um pouco para encontrar grandes oportunidades.

    Otimizando sua casa

    Ao usar as tecnologias mais recentes em sua casa, você garante a otimização do espaço e da economia que ela proporcionará a longo prazo. (Foto: divulgaçao)

    Casas pré-planejadas

    Tem a casa de sonho perfeito em mente, mas tem medo de que ter tudo elaborado e criado será muito fora de sua faixa de preço? Uma planta pré-planejada pode ser exatamente o que você precisa. Muitos construtores de casas tem projetos base disponíveis para você escolher, sobre os quais você pode fazer modificações. Encontre um que é seja o mais semelhante possível à casa de seus sonhos, em sua imaginação, e você pode poupar uma boa quantia. No final, você pode até achar que o plano de estoque casa é mais prático e conceitual do que a casa que tinha inicialmente previsto em seus sonhos.

    Seja o chefe de sua construção

    Se você tem algum know-how de construção, ser o chefe da construção pode poupar dinheiro como nada mais nesta lista. Claro, há sacrifícios a serem feitos. Você vai ter que ir para o local de trabalho a maior parte do tempo, você vai ter que encomendar o seu próprio material, e você estará no comando de todos os subcontratados construindo sua casa. Não é uma tarefa fácil, por qualquer meio, mas se você tiver tempo e as habilidades, a poupança monetária fará bem a pena o esforço. Parentes e amigos que tenham o conhecimento da área também podem ser chamados para a tarefa, caso você só tenha conhecimentos básicos.

    Construa para cima

    Um dos maiores custos de compra de uma nova casa é a própria terra e a fundação sobre a qual a casa é construída. Se você quer uma casa grande, muitas vezes é aconselhável construir verticalmente ao invés de horizontalmente. Uma casa de dois andares vai custar menos do que uma casa térrea, com a mesma metragem quadrada. Enquanto você está pensando em construir para cima, também considere manter suas linhas de construção simples e limpas. Geometria complexa em um projeto da casa vai custar muito mais do que formas tradicionais.

    Pinte você mesmo

    Se você quiser salvar custos de finalização da residência, pinte a casa sozinho. Mobilize a sua família ou alguns de seus amigos, e você pode acabar a pintura de uma casa em um final de semana. Você será capaz de economizar em materiais, pintura, e, acima de tudo, os custos trabalhistas. Além disso, você será menos tentado a se apaixonar por inúteis “extras” que a empresa de pintura ou o pintor vai tentar vender em nome de maximizar os lucros.

    A alma da economia

    Com um bom planejamento e uma planta detalhada, você consegue prever até mudanças possíveis no projeto. (Foto: concepcion.olx.cl)

    Para todas as etapas da construção existirá pelo menos um artigo na internet para te ensinar a poupar dinheiro na hora de construir ou te ajudar na hora de decidir sobre materiais ou como a tarefa tem de ser feita corretamente, para que você faça uma boa avaliação da construção. Invista algumas horas por dia para suas pesquisas de internet e esteja atento à todas as notícias do mercado para saber onde encontrar os pontos certos para poupar.

    Faça um contrato com prazo fechado

    Apesar da maioria dos pedreiros recusarem trabalhos que não pagam por hora, ainda existem profissionais que aceitam a contratação com prazo fechado e são esses que vão resultar em menores custos. Inclua no contrato cláusulas de multa por atraso na entrega da construção. Mesmo que pareça ser um valor mais alto o contrato fechado, pagar por horas possibilita que o prazo seja estendido por muito tempo e qualquer imprevisto resultará em maiores custos.

    Economias na casa

    O aquecimento solar é um dos melhores investimentos que você poderá fazer em sua residência. (Foto: www.soletrol.com.br)

    Não poupe demais nos materiais

    Ao contrário do que a maioria das pessoas possam sugerir, não poupe dinheiro com materiais. Isso resulta em economias na hora de construir sua residência mas mais custos no longo prazo, com a manutenção da casa. O material certo, de boa qualidade, durará por anos, e até por décadas. Por mais caro que fique, não poupe qualidade por conta de ficar mais cara. Mas pesquise pelos melhores preços.

    Aquecimento solar, fiação colocada de forma a facilitar o acesso sem ter que destruir paredes, materiais sustentáveis etc. Estes elementos geram maiores custos iniciais na construção da casa. Porém, no longo prazo, eles acabam se pagando, pois geram valiosas economias no dia a dia de sua residência. Faça uma pesquisa de tudo que é sustentável em uma casa e inclua isso em seu projeto. Assim, você poupará recursos de manutenção que poderão ser investidos em outras coisas em sua vida.

    Consulte Mais informação

    30 DICAS DE DECORAÇÃO E REFORMA QUE VALEM OURO

    Antes de começar a decoração ou a reforma confira essa lista elaborada por seis profissionais da área. Na maioria das vezes só é preciso planejar e carregar uma trena

    1. Lembre-se: o primeiro passo é medir todos os espaços
    Antes de ir à loja, meça com a trena o tamanho dos móveis e a distância necessária entre eles para conseguir circular. Nunca confie somente na sua percepção visual, senão você pode acabar comprando um sofá que não cabe na sala.


    2. Móveis com múltipla função
    Para economizar espaço, uma boa dica é tentar dar outras funções a um mesmo móvel. Neste projeto, a designer de interiores Andrezza Alencar criou um banco que também serve de baú, no qual a moradora guarda louças e acessórios.


    3. Dança das cadeiras
    Para garantir uma boa circulação, as cadeiras da mesa de jantar precisam de um recuo mínimo de 60 cm. Se você não tem esse espaço, opte pelo uso de bancos encostados na parede, como no projeto de Andrezza Alencar.


      (Foto: Edu Castello)

    4. Iluminação embutida
    Para embutir a iluminação dicroica, é preciso um forro com no mínimo 12 cm de altura. Se o pé-direito só permitir um forro com espessura menor, opte pelo gesso acartonado estruturado, com 9 cm, e use luminárias minidicroicas.


    5. Forro de gesso
    Se o living tiver menos de 2,70 m de pé-direito, aborte a ideia de fazer um forro de gesso. Faça poucos pontos no teto e abuse da iluminação indireta. No caso de o apê já ter forro, vale a pena abrir um buraco para conferir o tamanho dele.


    6. Cortinas exigem espaço
    Deixar um vão muito pequeno no forro de gesso para instalar a cortina é um risco, porque o espaço necessário varia de acordo com o modelo escolhido. Cortinas com trilho precisam de no mínimo 10 cm de vão. Já a romana, como neste projeto da SAO Arquitetura, pede uma distância de 12 cm ou mais. Para instalar uma cortina rolô e um trilho, reserve um espaço de no mínimo 17 cm.


       (Foto: Edu Castello)

    7. Olha o nível!
    Quando for instalar o piso do living, não se esqueça de prestar atenção no nível. Para não errar e acabar criando um degrau desnecessário logo na entrada, o arquiteto Diego Revollo lembra que a altura do piso é determinada pela soleira do elevador.


    8. O tamanho da porta
    Segundo o arquiteto Roberto Negrete, a porta de entrada deve ser a mais larga de todas, com no mínimo 80 cm para permitir a entrada de móveis e compras.


    9. Tomadas
    Muita gente não sabe, mas existe um padrão para a altura de interruptores e tomadas. Segundo o arquiteto Gustavo Calazans, o interruptor deve ser instalado a 1,10 m de altura, e a tomada, a 30 cm do chão. E não se esqueça de alinhá-los: tomada logo abaixo do interruptor, no mesmo eixo.


      (Foto: Edu Castello)

    10. Esconde-esconde
    Para camuflar a condensadora do ar-condicionado, Andrezza Alencar criou uma estrutura de madeira ripada, que serve ainda de apoio para uma floreira. Mas, para não invalidar a garantia do produto, confira no manual quais são as especificações de respiro antes de executar a marcenaria.


    11. Energia de sobra
    Antes de fazer alguma alteração elétrica, como instalar um ar-condicionado, verifique as condições de seu prédio. Se o edifício é antigo, o quadro de entrada pode não aguentar.


      (Foto: Edu Castello)

    12. Medidas básicas
    Para garantir uma boa noite de sono, o cuidado com a circulação no quarto deve ser redobrado. A distância da cama até a parede ou até o armário deve ser de no mínimo 70 cm, e a altura da cama deve variar de 45 a 55 cm. A medida padrão para uma cama de solteiro é de 0,90 x 1,90 m; de casal, 1,40 x 1,90 m. Os modelos tamanho queen e king medem 1,60 x 2 m e 1,90 x 2 m, respectivamente.


    13. Debaixo da cama
    Se falta espaço para guardar tudo no armário, aproveite o vão livre embaixo da cama. Existem modelos box com baú integrado, mas é possível criar uma base de marcenaria. Use este compartimento para guardar documentos, bolsas, sapatos ou roupas de cama.


      (Foto: Edu Castello)

    14. Passado e engomado
    Os armários com portas comuns devem ter no mínimo 55 cm de profundidade. Já os com porta de correr, 60 cm. Medidas inferiores a essas farão com que suas roupas fiquem amassadas.


    15. Nada de teto baixo
    O pé-direito do banheiro deve ser de no mínimo 2,40 m. Se o seu banheiro tiver forro de gesso e a altura for inferior a essa, vale a pena fazer um furo para conferir se é possível diminuir a espessura e, assim, ganhar um pouco mais de altura do teto. Mas não se esqueça de fazer isso antes de trocar o revestimento da parede.


      (Foto: Edu Castello)

    16. Papel de parede
    Na hora de escolher o papel de parede, tome cuidado para não exagerar no desenho. A dica da arquiteta Crisa Santos, autora deste projeto, é tentar manter um equilíbrio entre o traço e a cor. E priorize os modelos vinílicos ou adesivados, que são resistentes a respingos de água. Para calcular o número necessário de rolos, faça esta conta: divida a largura da parede pela largura do rolo. Depois, divida o comprimento do rolo pelo comprimento da parede. Então, divida o primeiro resultado pelo segundo. Para o papel estampado, calcule de 10% a 20% a mais, assim o desenho de uma tira coincidirá com o da outra. Lembre-se de que a emenda fica sempre na altura.


    17. Tudo alinhado
    Tente deixar os metais alinhados, até mesmo os que estão em outra parede. Crie no máximo duas linhas de altura. É só um detalhe, mas seguir um padrão deixa o banheiro mais organizado.


    18. A cuba ideal
    Sobreposta, de semiencaixe, de encaixe. Escolha a cuba antes de reformar o banheiro, porque ela influencia a altura do ponto de água e da bancada, que deve ficar a 85 cm do chão. Dependendo do modelo, a bancada deve ficar mais baixa.


      (Foto: Edu Castello)

    19. Onde fica a toalha?
    Antes de definir o boxe, veja se você tem espaço necessário na parede para colocar o toalheiro. Se não tiver, encomende um modelo já com toalheiro na porta de vidro. Depois que o vidro estiver pronto, não dá mais para instalar.


    20. Vaso sanitário
    Preste muita atenção no tamanho do vaso sanitário. Eles variam de 45 a 60 cm de profundidade. Pense também no conforto: o vaso deve ter um vão de 35 a 40 cm de cada lado.


      (Foto: Edu Castello)

    21. Os requisitos de uma ilha
    Se você quer ter uma ilha na cozinha, como neste projeto da SAO Arquitetura, lembre-se de deixar saídas de energia e de gás. Para instalar o cooktop, a ilha precisa ter no mínimo 80 cm de profundidade e a distância dela à bancada deve ser superior a 90 cm. Para embutir o forno na ilha, logo abaixo do cooktop, compre um modelo que permita tal instalação e respeite a distância mínima de 20 cm ao fundo do fogão.


    22. Coifa segura
    A distância mínima entre a coifa e os queimadores do fogão é de 65 cm para os fogões elétricos. No caso de modelos a gás ou combinados, a distância pode variar de 70 a 80 cm – em nenhum dos casos ultrapasse os 80 cm. O ponto de energia deve ficar no centro da instalação da coifa, a 2,20 m do piso, ou vir pelo forro de gesso, passando por dentro do duto.


    23. Apoio mínimo
    Uma ripa de madeira com 8 cm de profundidade já basta para apoiar um quadro ou um livro de receitas. Para que a peça não caia, deixe a frente da ripa um pouco mais alta ou coloque silicone em sua base. Se o quadro for grande, vale a pena fixar um prego atrás para que ele não tombe com o vento.


    24. Ladrilho?
    Apesar de superdecorativo, o ladrilho hidráulico não é a melhor opção para o piso da cozinha. Segundo o arquiteto Diego Revollo, esse revestimento rústico mancha facilmente. O melhor é optar por instalá-lo na parede, entre a coifa e o fogão. Ou, ainda, escolher um porcelanato que imite ladrilho.


    25. Pia na altura certa
    Quando se fala em ergonomia, qualquer centímetro faz muita diferença. Não subestime uma diferença de 5 cm, por exemplo, porque é isso que vai proporcionar conforto ou não. A bancada da cozinha, em geral, deve ter 90 cm de altura.


      (Foto: Edu Castello)

    26. Duro na queda
    Antes de comprar o piso, preste atenção no PEI (índice de resistência). O revestimento cerâmico ideal para cozinhas deve ter classificação 3 (média/alta) ou 4 (alta). Ou seja, não adianta comprar um revestimento para banheiro, que tem PEI 2, e instalar na cozinha.


    27. Lava-louças sob medida
    Antes de comprar o aparelho, leve em consideração os seus hábitos. Se os seus pratos forem maiores do que os tradicionais, leve-os até uma loja e experimente qual modelo comporta-os melhor.


      (Foto: Edu Castello)

    28. Cozinhas escancaradas!
    Quer uma cozinha integrada, como a deste projeto do arquiteto Gustavo Calazans? Se for possível, invista nessa ideia, porque ela amplia o living e deixa a casa mais agradável. E a abertura não precisa ser definitiva. Dá para isolar a área gourmet usando portas de correr ou do tipo camarão.


    29. Cada um no seu quadrado
    Os eletrodomésticos precisam de nichos específicos. Um cálculo errado pode inviabilizar a garantia do produto. Defina os modelos e marcas antes de começar o projeto de marcenaria. Assim, será possível deixar tudo alinhado e calcular os respiros corretos e os pontos hidráulicos e elétricos necessários.


    30. Na medida
    Segundo o arquiteto Roberto Negrete, o piso da cozinha deve ficar 1 cm mais baixo do que o da sala, para conter a saída de água. Isso evita que você molhe a sala quando lavar a cozinha ou se acontecer algum vazamento. Essa dica vale também para a área de serviço e os banheiros

    Consulte Mais informação

    AEAARP lança gibi para orientar sobre obras e reformas

    Publicação será distribuída em escolas; associação orienta sobre a contratação de profissionais habilitados para a realização de projetos de construção e reforma

    Para construir uma casa, quem deve ser contratado? A Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP) acaba de lançar uma campanha para informar e conscientizar a população sobre as atribuições de engenheiros, arquitetos e agrônomos.”Fazer uma casa não é simplesmente subir paredes, abrir vãos para janelas e portas e cobrir com um telhado. Existem normas técnicas, como segurança, iluminação e ventilação que devem ser observados”, exemplifica o engenheiro Arlindo Sicchieri, diretor da associação.
    Um gibi conta a história da família de João e Maria, casal que sonhava com a casa própria. Para construí-la, entretanto, não contrataram profissionais habilitados pelo Conselho de Engenharia e Agronomia de São Paulo (CREA-SP) e pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU-SP).
    Nas 12 páginas, João e Maria padecem com o calor, a falta de capacidade elétrica das instalações e uma das cenas mostra uma situação bastante corriqueira em obras e reformas realizadas sem o acompanhamento de profissionais habilitados: a janela do banheiro sobre a pia da cozinha. Isto é, a distribuição dos espaços internos da edificação poderia ter sido projetada para atender às necessidades da família e as normas de construção.
    Arlindo esclarece que isso acontece em reformas e ampliações de imóveis. “A falta de projeto confina o banheiro no centro da casa, comprometendo a ventilação, privacidade e, neste caso, também o conforto da família”, explica.
    Depois de mostrar a saga da família para se adaptar ao imóvel, que foi construído desrespeitando normas técnicas, a publicação lista uma série de dicas para quem quer contratar engenheiros, arquitetos e agrônomos.
    A AEAARP recomenda que aqueles que vão construir ou reformar um imóvel, busquem profissionais habilitados pelos conselhos de classe, informem-se sobre o histórico desses profissionais nos respectivos conselhos, avaliem os trabalhos já realizados pelos profissionais e exponham seus sonhos e necessidades àqueles que vão fazer o projeto.
    Carlos Alencastre, presidente da AEAARP, lembra que os profissionais habilitados pelos conselhos de classe assumem responsabilidades com as obras. “A responsabilidade técnica resguarda os direitos dos contratantes, preserva a segurança de todos e a qualidade do trabalho”, lista. Além disso, lembra, executar projetos com profissionais habilitados pode significar economia, uma vez que evita o desperdícios de materiais, por exemplo.
    O gibi será distribuído nas escolas da cidade, em eventos que a AEAARP promove para comemorar os 70 anos de fundação e entidades que reúnem síndicos e condomínios. Há também versão online no portal www.aeaarp.org.br. As ilustrações são de José Carlos Fecuri e a coordenação editorial é da Texto & Cia Comunicação.

    Consulte Mais informação

    Em oito dias de greve, perdas de grandes setores já superam R$ 34 bi

    Apenas a cadeia produtiva da pecuária de corte deixou de movimentar até R$ 10 bilhões; com a paralisação de obras, a construção civil estima perdas de R$ 2,9 bilhões, enquanto distribuidores de combustíveis calculam prejuízo de R$ 8 bilhões até agora

    Cleide Silva, O Estado de S.Paulo

    29 Maio 2018 | 04h00

    Importantes segmentos da economia já contabilizam, ou estimam, perdas superiores a R$ 34 bilhões nos oito dias da greve dos caminhoneiros completados ontem. Só a cadeia produtiva da pecuária de corte deixou de movimentar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões, informa a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de carnes (Abiec).

    Segundo a entidade, das 109 unidades de produção, 107 estão paradas e duas operam com 50% da capacidade. Há 3.750 caminhões parados nas estradas com produtos perecíveis prestes a vencerem. No segmento de frangos e suínos o prejuízo acumulado é de R$ 3 bilhões e 64 milhões de aves já morreram, diz a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Há riscos de morte de 1 bilhão de aves e de 20 milhões de suínos.

    Ontem, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) enviou ao governo ofício pedindo urgência e prioridade para a escolta de veículos que transportam produtos perecíveis, animais e rações.

    “Há perdas que poderão ser recuperadas, mas outras não”, diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel. Ele estima em até R$ 1,7 bilhão a perda de faturamento líquido do setor, que tem 90% das empresas com dificuldades operacionais.

    No comércio varejista, a Fecomércio estima que, mantida a paralisação, as perdas diárias em vendas em todo o País podem chegar a R$ 5,4 bilhões. Os distribuidores de combustíveis deixaram de faturar perto de R$ 8 bilhões desde o início da greve, calcula a Plural, associação das empresas do setor.

    No setor da construção civil há várias obras paralisadas, informa José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Estimativa indica que o setor deixou de gerar R$ 2,9 bilhões. “A falta de concreto é o maior problema no momento”.

    A indústria farmacêutica acumula em oito dias prejuízos de R$ 1,6 bilhão. Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, alerta ainda para a dificuldade de acesso da população aos medicamentos, “o que pode trazer consequências indesejáveis”.

    As perdas da cadeia do leite chegam a R$ 1 bilhão, segundo a Associação Brasileira de Laticínios. A cifra inclui 300 milhões de litros de leite descartados.

    A indústria automobilística, que tem a maioria das fábricas paradas desde sexta-feira, não divulgou prejuízos. Cálculos com base na média da produção diária indicam que 25 mil veículos deixaram de ser produzidos em dois dias, mas grandes fabricantes, como GM, VW e Ford estão paradas há mais tempo.

    Paralelamente às perdas da indústria e do comércio, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) indica que R$ 3,86 bilhões deixaram de ser arrecadados em tributos. “Isso tem reflexo nas contas públicas, pois o orçamento já conta com essa arrecadação para dar andamento a projetos, folha de pagamentos, investimentos, etc”, diz o coordenador do estudo, Gilberto Luiz do Amaral. Para a economia, diz ele, deixaram de ser movimentados mais de R$ 26 bilhões. / COLABORARAM RENEE PEREIRA E GUSTAVO PORTO

    Consulte Mais informação